Governador visita fábrica de calçados em Brejo Santo e ressalta protagonismo do Ceará no setor

Unidade fica localizada no município de Brejo Santo, na região do Cariri

O governador Elmano de Freitas visitou, nesta quarta-feira (26), a fábrica de calçados Dilly, localizada no município de Brejo Santo. O empreendimento, estabelecido na cidade desde 2012, possui capacidade de produção de 35 mil pares por dia. Atualmente, a empresa, que ocupa um espaço de propriedade da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), gera 4.468 empregos diretos, além de ter realizado um investimento de R$ 110 milhões no local.

“O excelente desempenho da indústria calçadista cearense é resultado de uma forte política de incentivos que tem atraído mais empresas para o nosso estado e oferecido as condições necessárias para que os negócios instalados no Ceará cresçam ainda mais, gerando oportunidades para o nosso povo. Seguiremos trabalhando para consolidar o nosso estado como um dos maiores polos calçadista do país”, destacou o governador Elmano de Freitas.

A Dilly Nordeste, responsável pelo setor calçadista do Grupo Dilly, é incentivada pelo Governo do Ceará, por meio do Programa de Atração de Empreendimentos Estratégicos (Proade), ligado ao Fundo de Desenvolvimento Industrial do Ceará (FDI), operacionalizado pela Adece. Por conta do sucesso da unidade de Brejo Santo, uma outra fábrica foi aberta no município de Itapajé. “Os incentivos do Governo do Ceará são fundamentais. Isso motiva o empreendedor a trazer seus negócios para cá e movimentar toda a economia. Isso nos dá um alívio e também muita alegria em contribuir com a comunidade local”, disse Juliano Lautert, gerente administrativo do grupo.

Ceará no topo do ranking calçadista

O Ceará é responsável pela geração do segundo maior número de empregos com carteira assinada no setor calçadista brasileiro. De acordo com um levantamento feito pela Adece, com base no Novo Caged, a indústria calçadista cearense detém um acumulado de 70.026 vagas de trabalho ativas, atrás apenas do Rio Grande do Sul, com 93.121 empregos.

O desempenho da indústria calçadista cearense supera o resultado alcançado por tradicionais polos econômicos brasileiros como Bahia (42.421 empregos), São Paulo (41.705) e Minas Gerais (33.508). “Os empregos gerados pelo setor calçadista cearense são de empresas que, na grande maioria, recebem incentivos fiscais por meio do FDI. Isso mostra que, seguindo as orientações do governador Elmano de Freitas, temos conseguido atrair investimentos comprometidos com um desenvolvimento econômico sustentável para o nosso estado, que também é o segundo maior polo calçadista do Brasil”, comenta Danilo Serpa, presidente da Adece, responsável pela operacionalização do FDI.

Atualmente, o FDI é uma importante estratégia do Governo do Ceará para atração e manutenção de investimentos. Segundo o levantamento da Adece, 28 municípios cearenses, distribuídos em 12 das 14 macrorregiões, possuem empresas do setor de calçados incentivadas pelo Estado. “A nossa meta é alcançar todas as macrorregiões do Estado, pois entendemos que o setor calçadista é um importante parceiro no que diz respeito a interiorização dos investimentos e, consequentemente, na geração de emprego e renda para a nossa população. Os resultados alcançados em 2024 só reforçam o compromisso que o Governo do Ceará tem em desenvolver um ambiente competitivo para a geração e ampliação de negócios”, explica o secretário do Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará (SDE), Domingos Filho.

O monitoramento feito pela Adece ainda verificou que a representatividade do volume de empregos gerados pelas empresas incentivadas é significativa no interior do Estado. “A política de incentivos do Governo do Ceará prevê que, quanto mais distante de Fortaleza (Capital) a indústria se instalar, maior será o seu incentivo fiscal. Este é um meio de estimular a interiorização desses investimentos. Para se ter uma ideia, em 18 municípios cearenses que possuem indústrias calçadistas, cerca de 80% dos empregos gerados são originados por empresas beneficiadas pelo FDI”, completa o diretor de Fomento da Adece, Luís Eduardo Barros.

Ranking Nacional – Calcados (Empregos ativos):

RS: 93.121
CE: 70.026
BA: 42.421
SP: 41.705
MG: 33.508

Por João Pedro Guedes/Ikara Rodrigues – Ascom Casa Civil/Adece


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